Precisa e lúcida a análise do jornalista Helio Fernandes acerca do
“faturamento eleitoreiro” que os ocupantes de postos estatais querem emplacar,
junto à população mais humilde, com a contratação de “médicos estrangeiros”.
Sem pretensão de esgotar o
tema, em conversa com amigos médicos, também posicionados contra tal “política
de saúde pública”, eles me informaram que o PT recruta sazonalmente
“militantes” para fazer o curso de Medicina em Cuba.
Para ser “selecionado” e fazer
jus às “bolsas”, estão, entre os requisitos, ser filiado há mais de dois ao
partido e ter “indicação de instância partidária” (municipal, estadual ou
nacional). (http://www.ptsul.com.br/?doc&mostra&14665)
O Conselho Federal de Medicina
dá conta de que a maioria dos médicos formados no exterior não consegue
aprovação nos respectivos exames de revalidação de diploma. Portanto, em nosso humilde entendimento, a
abertura para a contratação de médicos “estrangeiros” ensejará a
“flexibilização” da validação dos diplomas dos médicos cubanos (inclusive dos
“bolsistas militantes”), como também de outra legião médicos que se formam em
países como a Bolívia os quais, atualmente, não estão legalmente habilitados a
exercer a Medicina no Brasil.
Mas que República é essa? Christian
Cardoso
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